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Embora presentemente incurável a DB tem tratamento.
Para isso, utilizam-se medicamentos de natureza muito variada, quer para diminuir as manifestações quando elas estão presentes (anti-inflamatórios, analgésicos, anticoagulantes) quer para diminuir a actividade desregulada (excessiva) do sistema imunitário.
É o caso dos medicamentos imunomoduladores, como a colchicina, a pentoxifilina, a talidomida e o interferon, e dos imunossupressores, como os corticóides, a ciclosporina, a azatioprina e o clorambucil. Outros produtos estão a ser experimentados com razoável sucesso, quando todos os outros se mostram ineficazes, como é o caso do Infliximab.
Acreditamos que o futuro nos venha a trazer medicamentos ainda mais seguros e eficazes, à medida que formos compreendendo melhor a verdadeira natureza e as causas de perpetuação das lesões que estão subjacentes à DB.
A maioria dos sintomas são dolorosos mas não são malignos nem mortais, podendo no entanto se não tratados adequadamente provocar condições de cegueira. É uma doença, crónica que tem períodos de actividade intensa, intercalados com períodos em que os sintomas são menos agressivos ou ate mesmo não se manifestando. A maioria das pessoas com a doença de Behçet faz uma vida normal aprendendo a conviver com os períodos de actividade da doença.
Desconhece o número certo de casos de doentes em Portugal, contudo é uma doença rara tendo em conta a quantidade de casos existentes nos países Mediterrâneos , no Japão, a esta prevalência nas áreas da antiga rota da Seda, o faz com que por vezes a doença seja designada de " a doença da rota da seda".
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